No último dia de homenagens fúnebres em Havana a Ernesto Che Guevara, que morreu há 30 anos, os cubanos ainda faziam fila ante o caixão do guerrilheiro legendário, estimulados por uma série de programas de rádio e Tv sobre o médico rebelde.
A cada minuto 80 pessoas, segundo cáculos oficiais, reverenciavam o Che e seus seis companheiros de luta mortos na Bolívia. Os caixões estão expostas desde sábado num salão do monumento a José Martí, na Praça da Revolução.
A estimativa é a de que até o final da noite de ontem, 230 mil pessoas, entre cubanos e estrangeiros, visitaram os restos dos guerrilheiros, que serão levados a seguir para Santa Clara, sua última morada.
Hoje, os restos do Che e de seus seis companheiros serão levados para Santa Clara e o cortejo passará por vários pontos da capital cubana em direção à velha estrada central.

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