Rio de Janeiro - Três dias depois de a embaixada da Guiné Equatorial ter informado, em nota, que o patrocínio à escola de samba Beija-Flor havia partido de empresas brasileiras que atuam no país africano, o embaixador Benigno Pedro Matute Tang voltou atrás e afirmou que o dinheiro veio de "homens e empresas da cultura equatoriana". Tang negou que o presidente da Guiné Equatorial, o ditador Teodoro Nguema Obiang Mbasogo e seu filho, o vice presidente Teodorín Obiang, tivessem vindo ao desfile das campeãs, neste sábado, no Rio, "por problemas de agenda". (Folhapress)

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