Associated Press,
De Bogotá
Uma usina hidrelétrica retomou ontem sua rotina após cinco dias de uma tomada pacífica da guerrilha, que depois de chegar a um acordo com a empresa libertou mais de cem reféns.
Cerca de 60 rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que tomaram a usina em 31 de agosto, abandonaram as instalações e libertaram os 145 funcionários que permaneciam retidos na hidrelétrica de Anchicayá, em uma remota região do departamento de Valle del Cauca, mais de 350 quilômetros a sudoeste de Bogotá.
Os guerrilheiros, chefiados por um comandante mascarado que se identificava como J. J., e a Empresa de Energía del Pacífico S. A. (EPSA) concordaram em revisar condições trabalhistas, que o transporte de empregados até a hidrelétrica seja feito por conta de empresas pertencentes a ex-funcionários da companhia e que a EPSA vigie a manutenção da estrada que leva à usina.
Em Sumapaz, nos limites entre os departamentos de Meta e Cundinamarca, uma coluna de 400 guerrilheiros enfrenta desde sexta-feira um batalhão do exército colombiano. Até agora, oito soldados morreram e seis ficaram feridos.

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