Os antigos guerrilheiros de Pol Pot, aparentemente convertidos à democracia e à economia de mercado, estão prontos para votar na antiga base dos Khmers, em Pailin, cujas ruas mostravam ontem as atividades normais de uma campanha eleitoral.
Embora os 15.754 eleitores desta pequena cidade do noroeste do Camboja, próxima à fronteira tailandesa, só devam eleger um dos 122 deputados no próximo domingo, a participação deles nas eleições tem grande importância simbólica. A antiga base da guerrilha maoísta se transformou numa cidade fronteiriça próspera, com mercados, comércios, um banco e inclusive um cassino. Os khmers garantem que acreditam na democracia.

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