Associated Press
De Jacarta
O comandante militar do grupo guerrilheiro Forças Armadas para Libertação do Timor Leste, Taur Matan Ruak, disse ontem que não aceitará um resultado do plebiscito, marcado para dia 30, desfavorável à independência do território. ‘‘Não acreditamos que uma eleição limpa, livre e democrática rejeite a independência’’, justificou.
A missão das Nações Unidas ao Timor Leste levantou preocupações com a segurança do território, à frente do referendo histórico em que os timorenses decidirão sobre a independência ou a autonomia do território, mas reafirmou que está comprometida em permanecer no Timor depois das eleições.
Depois de uma reunião com o ministro das Relações Exteriores da Indonésia, Ali Alatas, e o chefe da missão para o Timor, Ian Martin, afirmou que poderá ser marcado outro encontro na semana que vem em Jacarta para discutir os procedimentos a serem adotados durante a votação.

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