Um chefe guerrilheiro denunciou ontem que, durante a rebelião na penitenciária de La Modelo de Bogotá, detentos paramilitares assassinaram 17 reclusos com a complacência dos guardas. O chefe militar do Exército de Libertação Nacional (ELN), Nicolas Rodríguez Bautista, afirmou que a revolta no presídio situado na capital colombiana ‘‘foi uma ação ofensiva dos paramilitares’’ detidos que deixou 17 mortos e 15 feridos.
O ministro colombiano da Justiça, Rómulo González, garantiu que o saldo dos choques armados de segunda e terça-feiras na penitenciária de La Modelo foi de 10 mortos e 15 feridos.
Guerrilheiros e paramilitares, com o apoio de delinquentes comuns e narcotraficantes, enfrentaram-se com armas e granadas no interior de La Modelo.
‘‘Desde abril de 1998, os paramilitares patrulham as prisões com fuzis de assalto, granadas de mão e uniformes’’, denunciou o guerrilheiro à Rádio Caracol.

mockup