Rio de Janeiro - Depois que o presidente da Bolívia, Evo Morales, acusou o grupo EBX de operar ilegalmente no país, o empresário brasileiro Eike Batista, ex-marido da modelo Luma de Oliveira, sócio-proprietário da empresa, decidiu deixar a Bolívia. Segundo Batista, além de uma siderúrgica, o grupo deixa de construir uma termelétrica, o que somaria investimentos em torno de US$ 450 milhões.
  O executivo, que também atua em mineração no Brasil e no Chile, negou o descumprimento de leis para se instalar no país, justificando que já havia recebido a licença de construção e aguardava para 17 de março último a licença de operação do primeiro alto-forno para produção de ferro-gusa, que foi negada.
  Ele alega que o projeto estipulava US$ 30 milhões em investimentos no meio ambiente e já havia iniciado a construção de um viveiro para plantio de 13 milhões de mudas, que estariam maduras em sete anos, para produção do carvão vegetal que alimentaria a usina.

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