São Paulo - Após uma semana de intensos protestos por reformas e pela saída do ditador da Síria, Bashar al Assad, que já deixaram ao menos 25 mortos, o governo anunciou que estuda planos para implementar reformas a serem divulgadas ''em breve''.
Mais de 20 mil pessoas compareceram ao funeral de nove manifestantes que morreram no início da semana. A marcha teve início na mesquita Al Omari, na cidade de Deraa, e seguia para o cemitério.
Acuado pela escalada de violência, o governo tomará ''decisões muito importantes em breve'', disse mais cedo um assessor de Al Assad. ''As demandas do povo de Deraa estão sob estudo e análise. Elas são justas. Num período próximo testemunharemos decisões em todos os níveis'', disse a assessora Bouthaina Shaaban.
Há relatos conflitantes sobre o número de vítimas, que tende a aumentar. Militantes informam que as tropas do governo abriram fogo contra os manifestantes ontem e temem um banho de sangue nas ruas do país.
No início da manhã, o principal hospital da cidade síria de Deraa recebeu os corpos de pelo menos 25 manifestantes que morreram em confrontos com forças de segurança, disse um autoridade hospitalar.

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