Abaí - Em comunicado oficial do Indert, o Governo Nacional ratificou seu compromisso com o campesinado paraguaio porque, segundo o comunicado, eles representam o setor de maior vulnerabilidade do País. Assim eles esperam "promover o respeito irrestrito à propriedade privada ao tempo de promover com força e determinação a defesa dos bens públicos, sobretudo aqueles cuja afetação responde a um alto conteúdo social".

"O Indert reafirma sua vontade de continuar o processo de recuperação de terras do Estado, como nas colônias Santa Lucía (Itaquiri, Alto Paraná) e Santa Teresa (Abaí, Caazapá), para destiná-las a uma política planificada de desenvolvimento rural, integral e inclusivo. Irá continuar fazendo, em que pese a tenaz oposição de grupos que exercem uma defesa corporativa da ilegalidade e a usurpação de bens públicos, com o apoio de fiscais e juízes", afirmou.

Pontuou também que as terras públicas destinadas à reforma agrária devem cumprir indefectivelmente os fins sociais para os quais foram concedidos. Destacou que o Estatuto Agrário estabelece taxativamente quem pode se qualificar como beneficiário da lei. "Portanto, quem não cumprir com tais disposições não poderá colher os benefícios da reforma agrária", concluiu o Indert.

A reportagem tentou entrar em contato com o presidente do Movimiento Campesino Paraguayo (MCP), Pablo Ojeda, mas não obteve sucesso. (V.O.)

mockup