São Paulo - Autoridades iraquianas libertaram ontem um novo grupo de 500 prisioneiros, após uma decisão do primeiro-ministro Nouri al Maliki para favorecer a reconciliação nacional. ''Cerca de 2.300 presos já foram libertados desde 7 de junho'', afirmou o tenente-coronel Keir-Kevin Curry, do serviço penitenciário do Exército dos EUA, enquanto alguns presos saíam da prisão, localizada a cerca de 30 km a oeste de Bagdá.
Foi o quinto grupo de presos a ser libertado de Abu Ghraib desde que Al Maliki anunciou sua intenção de libertar mais de dois mil prisioneiros para impulsionar a reconciliação nacional.
Segundo o ex-vice-primeiro-ministro e atual deputado Abed Motlaq al Juburi, os detidos são originários de Ramadi, capital da Província rebelde sunita de al Anbar, a oeste de Bagdá, assim como da capital iraquiana e de sua região.
''O governo e os dirigentes políticos devem garantir empregos a esses indivíduos, para que eles comecem uma nova vida'', afirmou.
No último dia 11, um total de 580 prisioneiros iraquianos foram libertados de várias prisões iraquianas. Quatro dias antes, outros 562 prisioneiros haviam sido libertados.
Fontes do Ministério iraquiano de Direitos Humanos consideram a medida um passo que pode ajudar na criação de um clima positivo no Iraque.

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