Governo colombiano rejeita proposta da guerrilha para libertar reféns
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terça-feira, 14 de outubro de 2003
France Presse 
Bogotá O governo da Colômbia rejeitou ontem a exigência de uma missão internacional para negociar a libertação de sete estrangeiros sequestrados há um mês, formulada pelo guevarista Exército de Libertação Nacional (ELN). O governo também reiterou sua confiança na gestão da Igreja e nas operações militares de resgate. ''Continuarei atento ao que podem fazer a missão humanitária, através da Igreja, e as operações de resgate, através da Força Pública'', afirmou o presidente Alvaro Uribe.
''A posição do governo permanece a mesma: autorizamos um trabalho humanitário da Igreja católica, enquanto se prosseguem as operações militares'', acrescentou. Pouco antes, o ministro do Interior e da Justiça, Fernando LondoÀo, havia rejeitado categoricamente qualquer condição do ELN para negociar a libertação de quatro israelenses, um espanhol, uma alemã e um britânico, sequestrados na Sierra Nevada de Santa Marta (norte).
''Criminosos deste tipo não podem impor condições. Rejeitamos esta perspectiva e exigimos que, neste caso, como nos outros, os reféns sejam libertados'', frisou LondoÀo.


