Brasil ocupa 51posição em ranking de desigualdade



Genebra - As mulheres no Brasil estão longe de conseguir obter as mesmas condições e possibilidades econômicas, sociais e mesmo políticas que desfrutam os homens. Um estudo realizado pelo Fórum Econômico Mundial, com sede em Genebra, concluiu que o Brasil tem um dos piores índices de desigualdade entre homens e mulheres. Dos 58 países avaliados, o País ficou apenas na 51 posição. Segundo o estudo, as mulheres no Brasil ganham menos da metade de um homem para realizar o mesmo trabalho, a taxa de desemprego entre elas é uma vez e meia superior à dos homens, enquanto a taxa de atividade econômica é apenas metade da registrada pelos homens brasileiros.

No ranking estabelecido pelo Fórum, a liderança ficou para a Suécia, seguida pela Noruega, Islândia e Dinamarca. Segundo o estudo, esses países são caracterizados por sociedades liberais, com alto índice de transparência no governo e amplo acesso da mulher às oportunidades de trabalho, na política e à educação. Em uma escala com uma pontuação variando de um à sete, os suecos ficaram com 5,53 pontos, representando alto grau de igualdade entre os sexos. (Agência Estado)


Reforma migratória reacende esperança nos EUA





Washington - Um novo projeto de lei abre as portas para uma reforma migratória realista e bipartidária, que poderá legalizar cerca de 10 milhões de pessoas que vivem sem documentos nos Estados Unidos. Mas sua aprovação pelo Legislativo se anuncia longa e difícil, estimam especialistas. O projeto de lei dos senadores Ted Kennedy (democrata, Massachussetts) e John McCain (republicano, Arizona) e de três representantes, apresentado na última quinta-feira, obriga os imigrantes ilegais que já estão nos Estados Unidos a irem para ''o fim da fila'', por terem violado a lei, e a pagarem mil dólares por um visto de trabalhador temporário de três anos, renovável. Cidadãos de outros países que quiserem trabalhar nos Estados Unidos poderão obter o mesmo visto se desembolsarem 500 dólares e provarem que têm uma proposta de emprego no país.(France Presse)



Três brasileiros são capturados no Paraguai




Assunção- Três brasileiros foram capturados pela polícia paraguaia pela posse de 414 quilos de maconha, que tinha como destino o Uruguai, informou a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad). Os brasileiros foram identificados como Vicente Valero Filho, Alejandro Pereira da Silva e Moisés dos Santos, além do paraguaio Osvaldo Rodríguez. Os agentes antidrogas apreenderam o avião com matrícula brasileira PT-BJQ numa operação no fim de semana, além de pistolas, escopetas e veículos. Valero Filho foi identificado como o piloto do avião, que estava a ponto de decolar numa pista clandestina de Itanará, no departamento de Amambay, na fronteira com o Brasil.(France Presse)





Erupção de vulcão não representa perigo






Quito - A erupção do vulcão La Cumbre que prosseguia ontem não representa nenhum perigo para os moradores do arquipélago equatoriano de Galápagos e é provável que também não afete as espécies animais, assegurou uma porta-voz do Parque Nacional Galápagos (PNG). Ele enfatizou que a erupção de sexta-feira passada no flanco sul ''não representa qualquer risco para os turistas que atualmente visitam o local''. Acrescentou que espécimes vulneráveis como o cormorão (corvo marinho) não voador, que habitam alguns lugares da ilha Fernandina (onde fica La Cumbre, de 1.463 metros de altura), não estão ameaçados. ''Dos vários rios de lava que inicialmente se formaram, só um continua fluindo lentamente e, no momento, está a 10 km da orla, fazendo prever que, se essas condições forem mantidas, não atingirá o mar e também não afetará animais vulneráveis'', explicou.(France Presse)



Kuiat aprova direitos políticos a mulheres




São Paulo - O Parlamento do Kuait aprovou ontem uma lei que dá direitos políticos às mulheres, e permite que candidatas concorram a uma vaga nas eleições legislativas. Essa é a primeira vez na história que o país adota esse tipo de legislação. Apesar da abertura, há um artigo na nova legislação determinando que, qualquer mulher que entre na política ou resolva exercer o direito de voto continua a ser julgada pela lei islâmica. Não está claro, também, quais são os limites nos diretos dados às mulheres.

A nova regra foi aprovada por 35 a 23 votos, com uma abstenção. Grupos de mulheres ativistas assistiram à sessão, e aplaudiram no final. As mulheres kuaitianas já ocupam posições de destaque na indústria petrolífera, e no setor educacional. Também ocupam vários cargos diplomáticos. Com a aprovação, todos os países árabes que têm eleições permitem que mulheres votem, com exceção da Arábia Saudita, que está baseada no sistema de monarquia islâmica.(Folhapress)

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