Vírus Marburg já matou 113 em Angola

  Luanda - A epidemia de febre hemorrágica causada pelo vírus Marburg, que é similar ao temido Ebola, já causou 113 mortes em Angola, 111 delas na província norte de Uige e duas na capital Luanda, segundo números oficiais divulgados ontem.
   O diretor do setor de Saúde da província de Luanda, Vita Mvemba, afirmou, por sua vez, sobre a ocorrência de duas mortes na capital: uma médica italiana que trabalhava para uma ONG em Uige e um adolescente proveniente dessa província.

EUA manifestam apoio à expansão israelense

  São Paulo - O embaixador americano em Israel, Dan Kurtzer, afirmou ontem que era ‘‘irreal’’ esperar uma retirada israelense total da Cisjordânia. O governo do primeiro-ministro Ariel Sharon anunciou nesta semana os planos de construção de mais 3.500 casas no assentamento de Maaleh Adumin, localizado na região.
  Kurtzer disse que estava apenas reiterando a política desenvolvida pelo presidente americano, George W. Bush, à região.
  O projeto para expansão do assentamento de Maaleh Adumin recebeu diversas críticas dos dirigentes palestinos, que reivindicam a Cisjordânia como parte do futuro Estado palestino.

Príncipe Rainier em estado ‘preocupante’

  Mônaco - O prognóstico do estado de saúde do príncipe Rainier de Mônaco, que desde terça-feira está internado na unidade de cuidados intensivos do Centro Cárdio-Toráxico do principado com uma complicação pulmonar, é ‘‘instável’’, segundo um comunicado divulgado ontem pelo Palácio.
   ‘‘O prognóstico vital do soberano é instável devido à fragilidade de suas funções cardíaca, respiratória e renal’’, diz o texto.
   ‘‘O estado de saúde de Sua Alteza o Príncipe Rainier III, ainda em reanimação com assistência respiratória no Centro Cardio-Toráxico de Mônaco, é preocupante’’, destaca o texto.
   Os três filhos de Rainier, o herdeiro Albert e as princesas Caroline e Stéphanie, fazem companhia ao príncipe, ao lado do arcebispo de Mônaco, monsenhor Bernard Barsi, e do padre Philippe Blanc.

Desmantelada rede de prostituição na França

  Paris - A polícia de Paris desmantelou, nas redondezas da cidade, uma grande rede de prostituição dirigida por brasileiros, que recrutava mulheres brasileiras, anunciou a polícia ontem.
   Quatro pessoas, que foram apresentadas à Justiça nesta quinta-feira, foram acusadas de ‘‘proxenetismo’’ ou cumplicidade e duas delas foram presas, segundo a mesma fonte.
   De acordo com a polícia, as mulheres entregavam parte de seus ganhos diários - entre 750 e 1.500 euros, segundo estimativas da polícia - ao seu empregador e ao assistente dele, que foram presos.

Comando do ETA é desarticulado

  Madri - O ministro espanhol do Interior, José Antonio Alonso, anunciou ontem a desarticulação de um ‘‘comando ativo’’ da organização separatista basca ETA e a detenções de três pessoas em San Sebastian (País Basco, norte), elevando para 43 o número de detenções em 2005.
   Os três membros do ETA foram presos num apartamento em San Sebastian, onde foram encontradas três pistolas, segundo o Ministério do Interior.
   Os jovens presos foram identificados como sendo Iker Olabarrieta Colorado, Igor González Sola e Carmelo Laucirica Orive.

Forte abalo volta a sacudir a Indonésia

  São Paulo - Um terremoto de 5,9 graus na escala Richter atingiu ontem a região da ilha de Sumatra, na Indonésia. O tremor assustou os moradores da região que, em 26 de dezembro, sofreram com a devastação provocada pelo maremoto que causou mais de 280 mil mortes em todo o sudeste da Ásia.
  O epicentro do tremor foi 90 km a noroeste de Banda Aceh, capital da Província de Aceh, uma das mais atingidas pelas ondas gigantes causadas por um terremoto de 9 graus na escala Richter.

Grupo faz ameaças e pede dinheiro a Chirac

  São Paulo - Um grupo chamado AZF, que desde o ano passado faz ameaças terroristas na França, enviou uma carta ao presidente Jacques Chirac. A mensagem diz que, se eles não receberem o pagamento pedido, ‘‘tomarão as medidas cabíveis’’ no mês de maio.
  Fontes de promotoria pública de Paris disseram que a carta, enviada da França, está sendo analisada. Os funcionários não divulgaram quais as ameaças feitas pelo grupo, o valor que eles pedem, ou qualquer outro detalhe sobre o caso.
  Agentes franceses iniciaram uma investigação para identificar os responsáveis pela carta e impedir que eles coloquem suas ameaças em prática. (Das Agências)

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