GIRO INTERNACIONAL
Papa aparece na janela do seu quarto no Vaticano
Cidade do Vaticano - O Papa João Paulo II, convalescente, apareceu ontem na janela de seu quarto no Vaticano, pela primeira vez desde sua saída do hospital no domingo passado. João Paulo II apareceu na janela aberta às 10h20 GMT (7h20 de Brasília), saudou e abençoou quatro vezes a multidão reunida na praça de São Pedro.
Quase mil pessoas, essencialmente peregrinos poloneses, ovacionaram o Sumo Pontífice durante sua aparição. As imagens do Papa foram exibidas em telões gigantes instalados na praça de São Pedro.(France Presse)
Parlamento eleito realiza sessão no Iraque
Bagdá - A sessão inaugural da Assembléia Nacional iraquiana, eleita democraticamente no dia 30 de janeiro, aconteceu ontem em Bagdá, quase dois anos depois do início da guerra que derrubou a ditadura de Saddam Hussein.
A sessão foi encerrada depois de 90 minutos sem fixar uma nova data de reunião, nem eleger seu presidente e o Conselho Presidencial, a principal instância do Estado.(France Presse)
Israel concede controle limitado de Jericó
Jericó (Cisjordânia) - Israel transferiu ontem um controle limitado da segurança aos palestinos na região de Jericó (Cisjordânia), uma operação simbólica que abre o caminho para uma transferência de poderes mais ampla que durará várias semanas. De acordo com uma fonte da segurança palestina, o exército israelense derrubou blocos de concreto que permitiam filtrar a passagem no principal posto de controle israelense na entrada da cidade, sobre a estrada principal que leva a Jerusalém.
A retirada dos blocos permitirá que os veículos entrem com maior facilidade em Jericó. Os soldados israelenses, que serão mantidos no local, se limitarão a controlar a saída da cidade. O chefe dos serviços de segurança palestinos na região de Jericó, o general Ahmad Eid, e o general Tal Russo, comandante das tropas israelenses no vale do rio Jordão, apertaram as mãos diante das câmeras em uma torre de observação, na saída da cidade.
Advogado de Oviedo vai recorrer à Justiça
Assunção - A defesa do líder opositor paraguaio Lino Oviedo, preso num estabelecimento militar, anunciou ontem que recorrerá à Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) para exigir a libertação dele. ''A Corte Suprema de Justiça do Paraguai demorou quase sete anos para julgar uma ação de inconstitucionalidade apresentada pela defesa, uma demora que representa uma violência aos direitos humanos'', disse o advogado do político, José López Chávez.
Referiu-se a uma resolução da Corte nesta semana, em resposta a uma ação apresentada por Oviedo no dia 2 de julho de 1998. Segundo a lei, a sentença deveria ter sido anunciada em 60 dias. (France Presse)





