O general indonésio Wiranto, ex-ministro de Assuntos Políticos e de Segurança e ex-chefe das Forças Armadas da Indonésia, não está entre os suspeitos de cometerem atos de violência após o plebiscito de independência do Timor Leste, realizado no ano passado, segundo uma lista difundida ontem pela Justiça da Indonésia. A Justiça vai indiciar 19 pessoas, sendo três delas generais, cinco policiais, três membros das milícias pró-indonésia, um ex-governador do Timor Leste e dois prefeitos timorenses. O advogado Abdul Rachman, diretor da equipe que investigou os casos de violação de direitos humanos ocorridas no Timor, afirmou, durante entrevista à imprensa de Jacarta, que ‘‘não está descartada a possibilidade de se incluírem mais pessoas a esta lista’’.

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