São Pau­lo- Pa­re­ce pia­da, mas não é: a ­maior amea­ça à ca­ma­da de ozô­nio da Ter­ra no sé­cu­lo 21 é o gás hi­la­rian­te. Co­nhe­ci­do co­mo óxi­do ni­tro­so (N2O), es­se gás pro­du­zi­do pe­la agri­cul­tu­ra e pe­las quei­ma­das já ul­tra­pas­sou os clo­ro­fluor­car­bo­nos, os ­CFCs, co­mo prin­ci­pal agen­te de des­trui­ção do ozô­nio. A con­clu­são é de um es­tu­do de pes­qui­sa­do­res da Agên­cia Na­cio­nal de Ocea­nos e At­mos­fe­ra dos EUA. O quí­mi­co Ak­ki­heb­bal Ra­vis­han­ka­ra e ­seus co­le­gas ­John Da­niel e Ro­bert Port­mann cal­cu­la­ram pe­la o po­ten­cial de ani­qui­la­ção de ozô­nio do N2O. Con­cluí­ram que, em­bo­ra se­ja bai­xo com­pa­ra­do ao dos ­CFCs, as emis­sões cres­cen­tes de óxi­do ni­tro­so por se­res hu­ma­nos com­pen­sam es­se fa­tor, e em 2050 es­se gás so­zi­nho re­pre­sen­ta­ria 30% do po­ten­cial de des­trui­ção da ca­ma­da de ozô­nio que to­dos os ­CFCs.

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