A mobilização dos fuzileiros navais norte-americanos (chamados marines) em uma pista aérea deserta no sul do Afeganistão está completa ''para o momento'' com pouco mais de 1.000 soldados na base, disse ontem o Pentágono.
Victoria Clarke, a vice-secretária de Defesa para assuntos públicos, também indicou que o clima ruim do Afeganistão pode reduzir as operações aéreas norte-americanas na região.
''Algumas vezes quando o clima é ruim, as possibilidades de vôo ficam limitadas'', acrescentou. Clarke assinalou que os marines ainda estavam trabalhando para formar sua base de operações na pista aérea deserta ao sul de Kandahar, mesmo que a mobilização de soldados tenha se completado ''para o momento''.
Cerco Os Estados Unidos apertam o cerco à liderança taleban ao colocar navios de guerra no mar de Omã para impedir a fuga e terroristas da rede Al Qaeda, a partir do Afeganistão.
Responsáveis da Marinha e do Pentágono desmentiram informações segundo as quais a missão desses navios estava acontecendo na costa da Somália, onde terroristas ligados a Osama bin Laden estão, ao que parece, muito ativos. Confirmaram, no entanto, que os navios de guerra se encontram próximo das costas do Paquistão e do Irã, países que têm fronteira com o Afeganistão.
No âmbito da sua campanha contra o terrorismo, o governo dos Estados Unidos colocou mais uma centena de soldados da 10 Divisão de montanha no norte do Afeganistão. Esses efetivos tomaram posição no aeroportos das cidades de Bagram, ao norte de Cabul, e de Mazar-e-Sharif.
Foi a primeira vez que o Pentágono anunciou a colocação de soldados de infantaria da 10 Divisão em Bragam, onde até agora era apenas conhecida a presença de um número bastante reduzido de membros das forças especiais norte-americanas.

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