A chegada do furacão Emily à ilha de Granada, no Caribe, fez 1.600 pessoas deixarem suas casas e serem levadas a abrigos do governo. Em sua passagem pela região - que ainda se recupera do furacão Ivan, em setembro de 2004 -, o Emily causou tempestades e danos materiais. Antes de chegar à ilha de Granada, o Emily passou por Venezuela e Trinidad e Tobago. Na semana passada, o furacão Dennis deixou ao menos 62 mortos na região do Caribe, provocou alagamentos e danificou casas.
Várias ruas da capital granadina, St. George, estão inundadas. Várias casas tiveram seus telhados arrancados, e plantações foram destruídas. O Emily segue para oeste, e alertas contra o furacão já foram emitidos em Aruba, Bonaire e Curaçao, onde especialistas dizem que o furacão deve causar fortes chuvas.
Em Granada, o primeiro-ministro, Keith Mitchell, afirmou, antes da chegada da tempestade, que o governo não seria ''pego desprevenido''. Na passagem do Ivan, 39 pessoas morreram na ilha. Anteontem granadinos foram a supermercados e fizeram estoque de alimentos e água, temendo as consequências da passagem do Emily.
De acordo com especialistas, o Emily se formou na manhã de segunda-feira, quando estava a 925 km a sudeste de Barbados, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos.

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