Funcionalismo faz greve no Paraguai
Cerca de 10 mil funcionários públicos do Paraguai iniciaram ontem uma greve de 48 horas. Eles protestam contra os planos de privatização do governo. A paralisação atinge empresas públicas que administram os serviços de telefone, água, eletricidade, produção de cimento e distribuição de derivados de petróleo. O Estado é o principal empregador no Paraguai, com uma folha de pagamento com mais de 150 mil pessoas. Desde a queda do general Alfredo Stroessner, em 94, só a empresa Linhas Aéreas Paraguaias (LAP) foi privatizada. Ficou nas mãos do Grupo Saeta que o repassou, depois, à brasileira TAM.

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