Algumas das 45.000 pessoas que fugiram do vulcão Mayon, no centro das Filipinas, deverão voltar a seus lares devido ao fato de que os abrigos estão superlotados, reduzindo assim os riscos de epidemias, indicaram as autoridades ontem. Centenas de pessoas se viram afetadas por enfermidades respiratórias nesses centros, indicaram os responsáveis pela saúde pública, enquanto a erupção do vulcão prosseguia pelo sétimo dia consecutivo.
Os habitantes que residem a mais de 6 km da cratera receberam autorização de voltar para casa, apesar da ameaça de erupções mais violentas. O diretor do serviço de situações de emergência da província, Cedric Daep, disse que alguns moradores de Buhian, ao norte da cratera, e de San Fernando, a leste, e de Masarawang, ao sul, já voltaram a suas casas.
O governo assinalou que 45.077 pessoas haviam sido evacuadas.
Laguerta indicou que os vulcanólogos chegaram à conclusão de que apenas três aldeias correm perigo atualmente.

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