PARIS - Greves em hospitais, portos, bancos, aviões, fábricas: a semana social na França terminou com toques mais sombrios e sem acordo entre o governo e os trabalhadores da saúde que, ademais, anunciaram duas greves nos próximos dias.
Aos protestos dos médicos internos de hospitais e funcionários hospitalares e de médicos liberais contrários às reformas de austeridade do governo se somaram os dos dirigentes do pessoal da saúde, que vão se mobilizar nos dias 13 e 17 de abril ‘‘a favor da qualidade da assistência médica’’.
O ministro de Assuntos Sociais, Jacques Barrot, disse ontem que continua aberto ao diálogo mas que por nenhum motivo disposto a ‘‘desfazer a reforma para a qual não existe outra alternativa’’.

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