FBI na pista da rede terrorista
A descoberta das caixas pretas de dois dos quatro aviões utilizados como mísseis acelera a investigação nos EUA e vários outros países. Com os dados das caixas-pretas, o FBI já identificou 19 pessoas implicados nos ataques.
Os sequestradores compraram as passagens nos EUA, e todos levavam uma vida normal há mais ou menos um ano em território americano. Tinham mulher e filhos. No dia dos ataques, as crianças foram à aula normalmente.
Alguns desses suspeitos já são conhecidos dos serviços de inteligência americanos. Eles pertencem ao movimento Jihad Islâmico, cuja liderança está diretamente ligada à rede al-Qaida, de Bin Laden. Outros seriam ativistas de movimentos islâmicos argelinos, também sob influência de Bin Laden.
A bordo do vôo 11 da American Airlines que se chocou contra a torre norte do World Trade Center, estavam Walid al-Shehri, Wahil al-Sheri, Abdul al-Omari, Satam Sugami e Mohammed Atta. Este último vivera em Hamburgo, Alemanha, antes de se instalar ano passado na Flórida para um curso de pilotagem. Ele pegou o avião em Boston. Al-Omari, piloto saudita, instalou-se no ano passado em Vero Beach, Flórida. Fez um curso sobre segurança aérea nos EUA.
No vôo 175 da United Airlines, que atingiu a torre sul do WTC, estavam Marouan al-Shehhi, Fayez Ahmed, Mohald al-Shehri, Hamza al-Ghamdi e Ahmed al-Ghamdi.
Os terroristas suspeitos do vôo 77 da American Airlines, que caiu sobre o Pentágono, são Khalid al-Mihdhar, Majed Moqued, Nawaf al-Hazmi e Salem al-Hazmi. Finalmente, no vôo 93 da United Airlines, que caiu na Pensilvânia, viajavam Ahmed al-Haznawi, Ahmed al-Nami, Ziad Jarrah e Said al-Ghamdi.





