O departamento de segurança americano FBI colocou seus 101 esquadrões antiterror em alerta contra possíveis ataques às sinagogas e outros alvos judeus nos Estados Unidos, depois do assassinato do líder do Hizbollah, Imad Mughniyeh. Ele morreu em um atentado em Damasco, capital da Síria, o que fez o grupo radical islâmico declarar ''guerra aberta'' a Israel. Segundo o porta-voz do FBI, Rich Kolko, não houve ameaças diretas aos EUA. Mas ele declarou que o departamento de segurança ''tem uma postura clara contra ameaças de qualquer grupo terrorista''. E pediu a todos os cidadãos americanos que ''fiquem atentos e reportem qualquer atividade suspeita às autoridades''.

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