France PressePoliciais usam cães treinados para localizar sobreviventes nos escombrosA população do porto de Acapulco exige água potável com desespero, já que a reserva existente, ontem, mal cobre 10% das necessidades, 5 dias depois da trágica passagem do furacão Pauline, que semeou morte e destruição nas costas do Pacífico mexicano.
O ministro de desenvolvimento social, Carlos Rojas, definiu a situação como ‘‘cada vez mais crítica’’, pois ‘‘há insuficiência de abastecimento (em geral), mas sobretudo de água potável e engarrafada. Urge que a população civil do México doe água engarrafada a Acapulco’’.
Em uma entrevista radiofônica, Rojas disse que as ações de ajuda estão levando aos desabrigados cerca de 400.000 litros de água por dia, quando a demanda local é de 4 milhões de litros.
A população de Acapulco é de 3 milhões de pessoas.
A situação em Acapulco continua crítica e nem sequer se tem idéia plena do balanço final sobre as vítimas deixadas pela passagem do furacão Pauline. Nos escombros, ainda são procurados sobreviventes, inclusive com a ajuda de cães especialmente treinados.
A ajuda que tem chegado à cidade, não só do México mas de vários países vizinhos, ainda é insuficiente para atender às necessidades, e as autoridades pedem maior empenho para possibilitar a recuperação do importante balneário mexicano.

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