Um oficial de segurança palestino, Tayser Khattab, 52, foi morto em uma explosão, ontem. O guarda-costas de Khattab foi seriamente ferido pela explosão. Oficiais palestinos disseram que Khattab foi assassinato. O palestino, que era diretor do Centro de Inteligência Palestina Chefe Amin al-Hindi, estava em seu carro, dirigindo para o trabalho, quando uma bomba explodiu. O carro foi dividido ao meio e várias partes do veículo voaram por causa da explosão.
Oficiais palestinos disseram que a explosão foi provocada por uma bomba acionada por controle remoto. ''Nossa primeira avaliação indica que um dispositivo foi colocado no carro e acionada remotamente'', disse o coronel Mahmou Diab, da polícia palestina.
Khattab também era integrante do Fatah, movimento liderado por Yasser Arafat. O Exército de Israel não quis comentar o incidente.
Israel negaO atentado foi imediatamente atribuído a Israel pelos palestinos, mas as autoridades israelenses desmentiram categoricamente qualquer implicação.
Tayssir Jattab, que completava ontem 44 anos, ia ao volante de seu carro para seu local de trabalho quando o veículo explodiu, informou porta-voz dos serviços de informação palestinos que pediu o anonimato.
Seu guarda-costas e três passantes foram feridos na explosão, provocada por uma bomba colocada no veículo, de acordo com os primeiros resultados da investigação.
''As forças de ocupação israelenses cometeram um crime terrível hoje. Mataram o tenente-coronel Tayssir Jattab, colocando uma bomba em seu carro'', declarou o porta-voz dos serviços de informação.
Entretanto, um alto funcionário do Ministério israelense de Defesa contestou categoricamente a acusação.
''Desmentimos toda implicação neste caso, resultado, provavelmente de um ''acidente de trabalho'' ou de lutas entre os próprios palestinos'', declarou o funcionário, pedindo também o anonimato.
Quando mencionam um ''acidente de trabalho'', as autoridades israelenses se referem a uma explosão ocorrida durante uma manipulação ou transporte de explosivos por palestinos.

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