Pelo menos 13 mulheres ficaram feridas ontem quando um homem, de identidade ainda desconhecida, lançou uma granada na praça Sukharevskaya, no centro de Moscou. Segundo a agência de notícias russa Itar-Tass, as mulheres seriam prostitutas. Para a polícia local, o homem que atirou a granada e fugiu de carro, tinha uma ‘‘aparência caucasiana’’. O Cáucaso é uma região que inclui a província separatista da Chechênia, acusada pelas autoridades russas por atentados anteriores em Moscou e outras cidades. Apesar de haver suspeitas de que a autoria do atentado tenha sido chechena, os policiais que investigam o crime não descartam a possibilidade de que a granada tenha sido atirada como um acerto de contas entre gangues rivais, que lutam pelo controle do contrabando de drogas e da prostituição na região. No mês passado, 12 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas após a explosão de uma bomba na praça Pushkin, também em Moscou. No ano passado, uma série de explosões matou cerca de 300 pessoas na Rússia. As guerrilhas chechenas negaram a responsabilidade pelos atentados.

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