Bagdá - Os nove soldados americanos mortos na província de Diyala (norte do Iraque) foram vítimas de tiros com armas leves e depois de dois atentados suicidas com caminhões-bomba, anunciou o Exército dos Estados Unidos, confirmando a versão da Al-Qaeda.
Vinte soldados ficaram feridos no ataque, o mais grave em 16 meses em combates terrestres contra as tropas americanas no Iraque.
O ataque foi reinvindicado em um comunicado na internet pelo ''Estado Islâmico do Iraque'', uma aliança de grupos sunitas dirigidos pelo braço iraquiano da Al-Qaeda.
O Exército americano explicou ontem que o ataque começou com tiros de armas leve e foi seguido pelas explosões de dois caminhões.
''O segundo caminhão explodiu a mais ou menos 30 metros do edifício da base. Nenhum veículo entrou no perímetro da base'', afirma um comunicado militar.
''Uma casa próxima e diversas estruturas foram destruídas pelo impacto das explosões. Um hospital civil e uma mesquita que ficam a mais ou menos 200 metros da base também sofreram danos'', acrescenta a nota.
''Este ataque é uma resposta direta a nossas operações agressivas e contínuas contra o inimigo em Diyala'', afirmou o coronel americano David W. Sutherland.

mockup