Ex-diretor do FMI é libertado de prisão domiciliar
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sexta-feira, 01 de julho de 2011
Folhapress 
São Paulo - O Tribunal Penal de Nova York libertou ontem o ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn, que estava havia um mês e meio em prisão domiciliar em um caso de crimes sexuais contra uma camareira de um hotel na cidade. Segundo o canal de TV americano CNN, Strauss-Kahn foi libertado sem fiança - o que indicaria que as acusações são menos graves do que as inicialmente apresentadas.
O canal diz ainda que há algumas condições para a libertação do francês, que continua sem o passaporte e deve voltar para novas audiências. As acusações não foram derrubadas e ele continua sendo processado. A TV mostrou imagens de Strauss-Kahn deixando a corte, sorrindo, ao lado da mulher.
O caso de Strausss-Kahn sofreu uma reviravolta na noite de quinta-feira quando o jornal ''The New York Times'' revelou, com fontes ligadas ao caso, que havia fortes suspeitas sobre a credibilidade da vítima. Estas suspeitas teriam sido apresentadas na audiência de ontem, o que teria resultado na libertação do francês.


