Eutanásia na Itália
Roma - O destino de um homem de 60 anos, que sofre de distrofia muscular e reivindica o direito de morrer, causou ontem grande emoção na Itália, país que não permite ao doente se negar a ser tratado. Piergiorgio Welby, que está desde 2001 ligado a um respirador e se alimenta através de uma sonda, escreveu à imprensa italiana para pedir que os instrumentos sejam desconectados. O doente já se dirigiu em vão ao presidente da República, Giorgio Napolitano, para reclamar ''o direito civil a uma morte natural'', o que vem mobilizando setores políticos da esquerda. Setecentas pessoas, entre elas a ministra de Comércio Exterior, Emma Bonino, fizeram uma greve de fome de 48 horas para apoiar Piergiorgio Welby.





