Doze indivíduos não-americanos, incluindo seis mexicanos, formam a primeira ‘‘lista negra’’ da Casa Branca na luta contra os chefões das drogas, cujas contas bancárias e negócios desde agora são alvos de eventuais penas financeiras por parte do governo norte-americano.Os doze chefes narcotraficantes aparecem em uma lista apresentada pela Casa Branca ao Congresso, anteontem à noite, em uma nota especial assinada pelo presidente Bill Clinton. A maioria dos chefões é alvo de processo em seu próprio país e um deles, inclusive, já está na cadeia. ‘‘Se esta lista não existisse, tais pessoas poderiam fazer negócios com um banco (dos EUA). Mas agora isso não pode ocorrer’’, explicou o senador Paul Coverdell, um dos ‘‘pais’’ da medida. A lista é formada por seis mexicanos, um birmano, um chinês (que opera em todo o Sudeste Asiático), dois nigerianos e dois cidadãos de St. Kitts-Nevis. Todos os que aparecem na relação, assim como seus sócios, terão suas contas nos EUA congeladas a partir da entrada em vigor da lei, depois da aprovação do Congresso.

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