EUA seguem exemplo e dão prazo para saída
São Paulo - Os EUA acompanharam o exemplo de vários países ocidentais e também anunciaram a expulsão de um representante diplomático sírio do país, como manifestação de repúdio pelo massacre do último final de semana na cidade de Houla.
O encarregado de negócios sírio em Washington, Jabbour Zuheir, tem 72 horas para abandonar o país, informou a porta-voz do Departamento de Estado, Victoria Nuland.
Antes dos EUA, Alemanha, Austrália, Canadá, Espanha, França, Itália, e Reino Unido já haviam anunciado a expulsão de diplomatas ou embaixadores da Síria. Além dos americanos, a Bulgária também repudiou o representante diplomático sírio. A Holanda, que não pode expulsar o diplomata sírio (que tem residência no território), declarou como ''persona non grata'' o embaixador desse país.
Israel, que não tem relações diplomáticas com a Síria, comemorou a decisão dos países ocidentais. ''A expulsão dos embaixadores da Síria é um novo passo no caminho para derrotar o regime da família Assad. Outros governos do mundo deveriam agir de maneira similar'', disse o ministro israelense da Defesa, Ehud Barak, em um discurso em seu ministério. Assad, acrescentou Barak, ''não pode continuar fazendo parte da comunidade das nações''.
O grupo oposicionista Conselho Nacional Sírio (CNS) também congratulou a comunidade internacional pela expulsão dos representantes diplomáticos. ''O CNS dá apoio total a essas medidas'' e ''convoca a comunidade internacional a romper todos os laços diplomáticos com o regime sírio'', declarou o grupo oposicionista, em comunicado oficial.





