EUA negam morte de líder da Al Qaeda na Somália
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sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
Folhapress 
São Paulo - O Embaixador americano no Quênia, Michael Ranneberger, negou ontem que o suposto líder da Al Qaeda na Somália, Fazul Abdullah Mohammed, 32 anos, tenha morrido em bombardeios da Força Aérea dos EUA realizados no sul do país africano. ''Não temos informações de que ele tenha sido morto ou capturado'', disse Ranneberger.
Fontes dos governos somali e etíope afirmaram ontem que Mohammed teria sido morto na ação. ''Nosso objetivo (com os bombardeios) é claro: capturar três terroristas vinculados aos atentados de Nairóbi e Dar es Salaam (ocorridos em 1998), assim como outros elementos associados à Al Qaeda'', afirmou o embaixador, que negou que os ataques tenham matado civis.
Não há número oficial de vítimas dos ataques realizados por aviões e helicópteros dos EUA. Nos últimos dias, a Forças Aérea americana lançou ataques contra supostos membros da Al Qaeda no sul da Somália, para capturar três terroristas que envolvidos com os ataques de 1998 contra as Embaixadas dos EUA no Quênia e na Tanzânia, que deixaram 224 mortos e mais de 5 mil feridos.


