Mais de 70 países vão participar hoje das cerimônias comemorativas organizadas pelos Estados Unidos em memória das 3.300 vítimas dos atentados de 11 de setembro em Nova York e Washington. ''A resposta do mundo ao pedido do presidente George W. Bush foi muito grande'', afirmou o porta-voz da Casa Branca, Ari Fleischer.
''É realmente um sinal de que o mundo está unido contra os terroristas que atacaram todos aqueles que valorizam a justiça'', disse. Bush pediu na semana passada a todos os países que se unissem na homenagem, cantando o hino nacional às 8h46 locais (12h46 de Brasília) na Casa Branca, durante uma solenidade presidida por Bush e, ao mesmo tempo, no local do atentado em Nova York e na Pensilvânia, onde explodiu o quarto avião sequestrado.
No Pentágono, o secretário da Defesa e chefe do Estado-Maior, general Richard Myers, vai homenagear as vítimas do atentado às 9h30 locais (12h30 de Brasília), horário em que o Pentágono foi atingido por um boeing 757 com vários passageiros a bordo. ''Em Nova York, o famoso painel luminoso da Times Square acenderá uma mensagem patriótica'', disse Fleischer.
A Casa Branca também pediu à Organização das Nações Unidas que se juntasse nesta homenagem, que será repetida em todos os organismos oficiais do país, além das embaixadas e representações americanas espalhadas pelo mundo, inclusive no espaço.
A Nasa pretende executar os hinos americano e russo a bordo do ônibus espacial Endeavour, atualmente acoplado à Estação Espacial Internacional (ISS), onde estão sendo guardadas seis mil bandeiras americanas que serão entregues aos familiares e amigos das vítimas em seu retorno à Terra.

mockup