EUA focam Irã e Síria e minimizam Bin Laden
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terça-feira, 05 de setembro de 2006
Folhapress 
São Paulo - Cinco anos após o 11 de Setembro, os Estados Unidos são um país mais seguro, mas não totalmente a salvo da ameaça de novos ataques da rede terrorista Al-Qaeda. Apesar disso, os EUA minimizam as possíveis ações de Osama bin Laden e focam seus novos alertas sobre Irã e Síria, diz relatório divulgado ontem pela Casa Branca.
O relatório uma nova versão de um documento originalmente divulgado em fevereiro de 2003 diz que a ameaça vinda da Al-Qaeda diminuiu significativamente após as mortes de muitos de seus líderes, mas que a rede continua a representar perigo para os EUA.
A Casa Branca negou que o relatório tenha razões políticas e disse que o documento foi produzido após meses de trabalho.
De acordo com o texto, a rede de Bin Laden mantém a intenção de adquirir e utilizar armas de destruição em massa para usá-las em ações contra os EUA e seus aliados. Os terroristas que nos atacaram em 11 de Setembro são homens sem consciência, mas não são loucos, afirmou Bush.
No discurso de ontem, Bush qualificou o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, de tirano e afirmou que é necessário impedir que o regime iraniano segundo Bush, tão perigoso quanto a Al-Qaeda tenha uma arma nuclear.
Segundo o relatório da Casa Branca, o Irã e a Síria continuam a abrigar terroristas e apoiar tais atividades em outros países.


