Os Estados Unidos renovaram as críticas ao líder palestino Yasser Arafat por não fazer o possível para deter a violência no Oriente Médio, censurando também Israel pelo assassinato do líder de uma facção palestina. Tanto Israel quanto os palestinos estão plenamente conscientes do que devem fazer para deter a escalada da violência que ameaça ''esmagar qualquer probabilidade de restaurar a calma'' e levar novamente as duas partes à mesa de negociações, disse o porta-voz do Departamento de Estado.
''Acima de tudo, a Autoridade Palestina necessita dar passos sustentáveis e críveis para dominar o terror e deter os responsáveis, assim como avançar no caminho de controle da violência'', disse. ''Ao mesmo tempo, se a situação em campo melhorar, então Israel deve dar os passos necessários em matéria econômica e defensiva para aliviar os problemas, as privações e as humilhações sofridas pela população palestina'', acrescentou.
Oposição protestaO chefe da oposição de esquerda em Israel, deputado Yossi Sarid, protestou ontem contra o assassinato pelo exército israelense do chefe da Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP), Abu Ali Mustafá. ''Esta eliminação de um dirigente político palestino constitui uma escalada perigosa'', disse o chefe do Partido de esquerda Meretz à televisão estatal.

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