Nova York - O procurador do estado de Nova York, Eric Schneiderman, abriu investigação para apurar o caso de ataque cibernético ao serviço de transporte privado Uber. Na terça-feira (21), a empresa admitiu que hackers roubaram os dados de 57 milhões de usuários do serviço em todo o mundo no final de 2016. Neste número, estão incluídos os 600 mil motoristas, cujos nomes e números de carteiras de habilitação foram hackeados. Baseado em uma investigação externa, diretor-executivo do Uber, Dara Khosrowshasi, afirmou que informações sobre trajetos realizados, números de cartões de crédito e contas bancárias não foram roubados. (France Presse)

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