O grupo separatista basco ETA reivindicou, em um comunicado divulgado ontem por dois jornais bascos, 17 atentados, que causaram oito mortes desde o último dia 31 de julho. No texto, publicado pelos jornais Gara e Egunkaria, o ETA assume também a responsabilidade pelo atentado contra o juiz militar Francisco Querol, que aconteceu em 30 de outubro, em Madri, e no qual morreram ainda seu chofer e um motorista de ônibus. Este atentado foi o mais cruel praticado pelo grupo armado desde 1995. O ETA reivindicou os assassinatos do vereador do Partido Popular José Luis Ruiz Casado, em 21 de setembro; do promotor andaluz Luis Portero, em 9 de outubro; do médico militar Antonio Muñoz Cariñanos, em 16 de outubro; e do guarda de prisão Máximo Casado Carrera, em 22 de outubro. O grupo separatista assumiu outros 12 atentados, que não provocaram mortes, entre eles o ataque à granada contra o quartel da Guarda Civil de Intxaurrondo, perto de San Sebastián, que feriu 11 pessoas no último dia 11.

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