A organização armada ETA (Pátria Basca e Liberdade) admitiu ontem a responsabilidade pelo assassinato, semanas atrás, do vereador Manuel Indiano, segundo um comunicado publicado ontem pelo jornal militante Gara.
O grupo também se responsabilizou por cinco atentados dirigidos contra vários estabelecimentos, entre eles uma discoteca basca, realizados desde meados de agosto. Além disso, assumiu a autoria do disparo que feriu um ex-político na semana passada.
Indiano, do Partido Popular (no poder), foi morto na cidade basca de Zamárraga. O vereador, então com 29 anos, recebeu sete tiros no peito em 29 de agosto. O ferido citado pela ETA trata-se de José Ramón Recalde, de 68 anos, um ex-político socialista. Ele recebeu um tiro no rosto na cidade basca de San Sebastián, mas sobreviveu ao atentado.
A ETA já admitiu a responsabilidade por 12 dos 13 assassinatos atribuídos à organização desde dezembro do ano passado, quando deixou sem efeito uma trégua unilateral de 14 meses.

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