O Irã colocou em funcionamento uma segunda bateria de centrífugas para enriquecimento de urânio na semana passada, não se importando com as sanções que o Conselho de Segurança poderá adotar contra seu programa nuclear. A nova bateria foi instalada há duas semanas e já foi carregada com o gás que permite seu funcionamento. A primeira rede construída pelo Irã produziu uma pequena quantidade de urânio enriquecido em abril. O país diz que deseja enriquecer urânio apenas para gerar eletricidade, mas os países ocidentais suspeitam que o programa vise a produção de bombas nucleares. Serviços de inteligência ocidentais estimam que o Irã demore entre três e dez anos para conseguir instalar uma rede industrial de milhares de centrífugas, necessárias para enriquecer urânio suficiente para construir armas nucleares.


O nome dado em homenagem ao planeta Urano é um elemento químico de símbolo U e de massa atômica igual a 238 (92 prótons e 146 nêutrons). À temperatura ambiente, o urânio encontra-se no estado sólido. Trata-se de um elemento metálico radioativo pertencente à família dos actinídeos. Foi o primeiro elemento onde se descobriu a propriedade de radioatividade. Foi descoberto em 1789 pelo alemão Martin Heinrich Klaproth.
O Urânio é utilizado em indústria bélica (bombas atômicas e espoleta para bombas de hidrogênio) e na construção de usinas nucleares com o objetivo de geração de energia elétrica.


Por razões didáticas, a Física classifica os gases em duas categorias: os gases perfeitos ou ideais, e os gases reais. Outra classificação possível para os gases é aquela que considera os efeitos para a saúde humana, quando inalados. Assim, há os inofensivos (oxigênio, hélio), quando dispersos em quantidade normal na atmosfera, e os venenosos (capazes de matar), como o amoníaco do anidro sulfuroso, benzina, iodacetona, cianuretos alcalinos de potássio, sódio etc.


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