ENERGIA NUCLEAR - EUA ameaçam Coréia do Norte em caso de segundo teste
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, disse na semana passada em Seul que a Coréia do Norte terá que enfrentar graves conseqüências caso realize um segundo teste nuclear. Ela pediu o apoio da comunidade internacional às sanções do Conselho de Segurança da ONU contra Pyongyang, aprovadas por unanimidade pelo CS da ONU. Seul reluta em aprovar a Iniciativa de Proliferação da Segurança, um acordo internacional elaborado pelos EUA que visa deter o tráfico de armas e poderia ser uma ferramenta para impedir a entrada de armas na Coréia do Norte, ao lado das sanções impostas pela ONU.
Durante a visita, a secretária de Estado reafirmou a aliança dos EUA com a Coréia do Sul, dizendo que o país é um dos sólidos pilares da paz e da estabilidade na península coreana. Cerca de 29.500 soldados americanos permanecem em território sul-coreano, um legado do período da guerra da Coréia (1950-1953).
Fenômeno ou aparelho em que se processam reações de fissão ou cisão do núcleo atômico, produzindo energia; como a reação ocorre no núcleo do átomo, não é correto usar como sinônimo o termo atômico, que designa outra forma de processamento.
Travou-se entre 25 de Junho de 1950 e 27 de Julho de 1953, opondo a Coréia do Sul e seus aliados, que incluíam os Estados Unidos da América, à Coréia do Norte, apoiada pela República Popular da China e antiga União Soviética. O resultado foi a divisão da península da Coréia em dois países, que perdura até os dias de hoje.
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