Uma segunda carta manuscrita que descreve os minutos que se seguiram à catástrofe com o ‘‘Kursk’’ foi descoberta no corpo de um dos marinheiros que morreram no naufrágio do submarino russo, informou ontem o vice-primeiro-ministro russo Ilia Klebanov. ‘‘Nós nos sentimos mal. A pressão no compartimento aumenta. Se sairmos não vamos suportar a pressão. É pouco provável que possamos sair pela escotilha de segurança. Não sobreviveremos mais que 24 horas’’, diz a carta escrita em 12 de agosto, às 13 horas, segundo Klebanov. Imagens de vídeo dos restos do ‘‘Kursk’’ confirmaram a hipótese de uma colisão com outro submarino, afirmou ontem o vice-primeiro-ministro russo Ilia Klabanov. A Rússia teria ‘‘sérias provas’’ de que o Kursk naufragou depois de colidir com outro submarino, afirma a Interfax citando Klebanov. Ele informou que os mergulhadores descobriram marcas de abalroamento na proa do Kursk, que só poderiam ter sido causadas por uma colisão.

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