Eleições na Guatemala após campanha sangrenta
São Paulo - Assassinatos, intimidações e acusações de manipulação em pesquisas compõem o cenário sangrento da campanha eleitoral deste ano na Guatemala, que culmina hoje em meio a temores de mais violência. Mais de 5,9 milhões de eleitores devem escolher presidente, 158 deputados e 332 cargos em prefeituras. As opções são reduzidas depois que ao menos 50 concorrentes e ativistas foram mortos nos últimos meses. Para analistas políticos, a situação de violência é tão grave que a população está disposta a sacrificar a solução de problemas na área econômica e social, em favor da segurança. Um dos favoritos na corrida presidencial do país é o general da reserva Otto Pérez Molina, do Partido Patriota (PP, de direita), considerado linha-dura. Entre as propostas do ex-general estão a convocação do Exército para ajudar na segurança interna do país e a implementação da pena de morte.(Folhapress)





