O drama digno de um filme de terror foi revelado no sábado, graças aos questionamentos de um hospital no qual havia sido internado um dos jovens sequestrados, Kerstin, de 19 anos, que sofre uma doença misteriosa. Os médicos queriam localizar a mãe para diagnosticar a enfermidade.
Porém, de acordo com os registros oficiais, a mãe, Elisabeth Fritzl, estava desaparecida oficialmente desde 1984, depois de cair em poder de uma seita.
Na realidade, ela estava sequestrada pelo próprio pai em um dos porões da casa em que a família morava.
Dos seis filhos que teve com o pai, além do que faleceu, três foram adotados por Josef Fritzl e sua esposa, Rosemarie, enquanto os outros três permaneceram no porão.
Os bebês foram colocados com vários anos de diferença na entrada da casa ao lado de uma carta da mãe que afirmava não poder cuidar das crianças. Um plano sofisticado elaborado pelo próprio Josef.
Elisabeth e os filhos estão sob observação em uma unidade psiquiátrica de uma clínica regional. Já a esposa Rosemarie, de 69 anos, se encontraria em um estado psicológico preocupante, segundo o diretor dos serviços sociais de Amstetten, Heinz Lenz.(France Presse)

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