Um documento apresentado por vários jornais europeus como sendo um diagnóstico oficial da Assistência Pública-Hospitalar de Paris (AP-HP), afirmando que Diana de Gales estava grávida no momento de sua morte, é falso, segundo anunciou ontem em Paris a AP-HP num comunicado. ‘‘A análise do documento, bem como os estudos realizados pelo Grupo Hospitalar Pitié-Salpitriere, estabelecem com certeza que é falso, alheio à prática e à deontologia da Assistência Pública-Hospitalar de Paris’’, diz a nota.
Mas a afirmação refere-se apenas à autenticidade do documento. Vários veículos de comunicação afirmam - como o espanhol ‘‘Interviú’’ - baseando-se no documento, que a princesa estava grávida de mais de dois meses quando morreu com o namorado no desastre de carro em 31 de agosto, em Paris.

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