São Paulo - O ditador sírio, Bashar al Assad, fez ontem seu aguardado discurso à nação, o primeiro pronunciamento desde o início da revolta popular por reformas democráticas no país. Ele não anunciou o aguardado fim da lei de emergência, disse que as reformas políticas não são prioritárias e culpou uma grande conspiração internacional pela crise no país.
Assad afirmou que a luta contra a corrupção e o desemprego, a preservação da estabilidade e até ''a saúde das crianças'' são mais importantes neste momento do que a suspensão da lei de emergência vigente desde 1963 - e cuja suspensão é a principal demanda dos milhares de manifestantes que vão às ruas nas últimas duas semanas.

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