Pontos de vista divergentes foram levantados, ontem, sobre a origem da matança em uma escola do Arkansas, enquanto os legisladores discutem a adoção de leis mais severas para o controle de armas.
Uma professora que escapou do massacre declarou a revista Newsweek que não acredita na versão de que um dos responsáveis pelo ataque, Mitchell Johnson, de 13 anos, atirou porque foi rejeitado por uma namorada ou porque pertencia a um bando. ‘‘A maioria destes meninos são protegidos e inocentes’’, declarou Debbie Spencer, professora da Westside High School de Jonesboro, no Arkansas, à revista Newsweek que sairá hoje. Alguns alunos disseram à imprensa que Johnson estava furioso porque fora rejeitado pela namorada de 11 anos.
Além dos motivos dos menores, a matança de Jonesboro (Arkansas) relançou o debate sobre as leis de controle de armas. Ontem, o comitê jurídico da Câmara de Representantes estava dividido sobre o tema, com os republicanos Robert Barr (Geórgia) e James Rogan (Califórnia) propondo julgar os meninos em um tribunal comum, e não para menores.

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