JerusalémO plano de paz de George W. Bush, que foi apresentado ontem a Israel por seu enviado para o Oriente Médio, William Burns, é recusado pelos ministros da direita e pode provocar uma crise que ameace a integridade do Governo de união do primeiro-ministro Ariel Sharon, que aprova o plano ''em princípio''.
O plano atribuído a Bush foi elaborado pelo Quarteto de Madri integrado pela União Européia (UE), a ONU, a Rússia e os EUA , e determina a criação de um Estado palestino provisório no fim do próximo ano e outro com as fronteiras definitivas como parte de um tratado geral de paz com Israel, em 2005.
A evacuação de um dos trinta assentamentos levantados ilegalmente na Cisjordânia por colonos judeus onde soldados e policiais tiveram que despejar mil extremistas era vista em meios políticos como o sinal de uma possível guerra civil.

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