Jerusalém O Exército israelense desativou, ontem, dois postos de controle no sul de Jenin, na Cisjordânia, em esforços destinado a levar adiante as medidas anunciadas pelo Estado hebreu para o processo de paz na região. A decisão também incluiu, na véspera, a libertação de 340 presos palestinos.
Contudo, no centro de Ramalah, também na Cisjordânia, mais uma morte manteve a rotina de violência. Um palestino suspeito de colaborar com Israel foi cravejado de balas por três homens mascarados, que se disseram membros das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, grupo armado autônomo ligado à Fatah, movimento político do líder palestino Yasser Arafat.
Os dois postos desativados pelo exército na Cisjordânia tinham sido construídos no início da segunda Intifada, em setembro de 2000, revelaram militares israelenses.
O fim dos locais de controle permitirá aos palestinos, dos povoados deste setor, cerca de 70 mil pessoas, o livre acesso à cidade de Jenin.
A iniciativa é parte das medidas anunciadas por Israel, pouco antes do encontro do premier palestino Mahmud Abbas com o presidente George W. Bush em Washington, no dia 25 de julho, para garantir o processo de paz.

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