As primeiras reações à renúncia do premier foram em geral de decepção. O vice-presidente do conselho, Walter Veltroni, afirmou que ‘‘numa democracia, quando um governo cai a palavra passa aos eleitores’’. Por sua vez, a ministra para Assuntos Sociais, Livia Turco, uma das mais próximas ao movimento sindical, deixou a sala chorando.
Os líderes da Refundação Comunista classificaram de ‘‘lesiva aos interesses da classe trabalhadora italiana’’ a rígida proposta orçamentária de Prodi - que, com significativos cortes no déficit público, satisfazia às exigências do Tratado de Maastricht para ingresso da Itália no sistema europeu de moeda única em 1999.

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