Cúpula diverge sobre tribunal
Cúpula diverge
sobre tribunal
No transcurso da conferência da Organização das Nações Unidas em Roma sobre a criação de um Tribunal Penal Internacional permanente para julgar os criminosos de guerra, ficaram evidenciadas, ontem, no segundo dia da reunião, profundas diferenças entre os países participantes. A China se opôs na capital italiana a que um tribunal destas características possa entrar imediatamente em ação para julgar os crimes cometidos contra a humanidade. Segundo a delegado chinês, Wang Guangya, o tribunal só deveria poder iniciar as diligências judiciais quando os estados onde ocorreram essas violações dêem seu consentimento. Posturas similares às da China foram aduzidas pela Indonésia e Sudão. Por sua vez, o ministro da Justiça alemão, Edzard Schmidt-Jortzig, declarou que só um tribunal realmente independente poderia realizar plenamente sua tarefa.





